quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Aula 11: Fiquei reprovado! e agora?

Nesta aula o professor Ivan, solicitou que fizéssemos uma entrevista com crianças que já foram reprovadas. Nosso grupo achou interessante entrevistar crianças com realidades distintas, sendo assim uma da escola particular e outra de escola pública.

As perguntas feitas para cada criança foram as mesmas:

  1.  Quantas vezes você já foi reprovado?
  2. Por motivo você acha que isso aconteceu?
  3. Como seus pais reagiram?
  4. Depois do ocorrido como seus pais passaram a agir?
  5. Como você se sentiu?


1º criança: de uma escola particular de Duque de Caxias:

  1. Uma vez.
  2. Acho que, por causa da bagunça e também por não conseguir entender matemática.
  3. Meus pais ficaram decepcionados.
  4. Meus pais me incentivaram a estudar mais e começaram a exigir muito de mim, disseram que iam me colocar em um colégio público caso eu não passasse da próxima vez.
  5. Fiquei triste e com raiva da professora.

2º criança: de uma escola pública de Duque de Caxias;

  1. Essa foi a primeira vez.
  2. Porque sou irresponsável
  3. Meus pais ficaram tristes comigo.
     5.Me senti muito mal.





terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Aula 10!

Nesta aula nos foi proposto que, em grupo, fizéssemos uma analise do por quê dos dados obtidos na Escola Municipal Albertino Lopes.


 E chegamos as seguintes conclusões:



* Ao  perguntarmos sobre  a diminuição do índice do IDEB do ano de 2011(4,1) para em 2013( 3,8) a problemática foi justificada pela troca de professores contratados. Neste contexto uma notícia boa é que não há mais professores contratados na escola proporcionando assim mais chances de se atingir um bom desempenho.

* Sobre a reprovação que só aumenta desde de 2010, são os inúmeros fatores  que podem influenciar neste resultado dentre eles: o fato da própria equipe ser a favor da reprovação, no sentido de que o aluno tem que aprender o mínimo possível para poder ir para a série subsequente;a entrada de alunos que muitas vezes ainda não estão no mesmo ritmo da escola.
* Quanto ao fato do 5º ano da escola  ter taxas melhores de aprendizagens em matemática e português do que o município de Belford- Roxo em geral: 24% em português e 21% em matemática, deve- se a forma diferente em que duas professoras trabalham estas disciplinas.A professora que gosta mais de matemática dá mais tempos desta matéria e a de português a mesma coisa. Sem contar que a equipe utiliza materiais didáticos de programas de outros municípios e também é realizada pesquisas na internet sobre questões que normalmente caem nos grandes sistemas avaliativos.
*No que diz respeito aos índices de abandono é afirmado que  isso se dá por conta do reconhecimento da comunidade pelo trabalho que é realizado na escola. Este índice  de abandono,  só aumentou por conta da criminalidade na região que cresce a cada dia.. A escola realiza várias atividades que contam com a participação da comunidade do entorno, apesar de não realizar uma gestão democrática.
* A recuperação paralela é algo que não acontece, uma política para" inglês ver".
* É importante ressaltar que este ano a escola não contou com o repasse de verbas e que isso dificulta o trabalho.Neste ínterim a sala de  recursos é onde percebe-se mais isto.Que apesar do professor parecer bastante esforçado e dedicado tem suas ações  limitadas por questões financeiras.
* É realizado na escola grupos de estudos para discussões e reflexões dos professores. 




terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Aula 9: desigualdades escolares e desigualdades socias

Parte1- Nesta aula fomos divididos em grupos para analisar as seguintes imagens:

imagem 1

imagem 2

Na primeira concluímos que está cada vez mais difícil para alunos e professores ensinar e aprender, devido as precárias condições educativas. A educação está se afundando em problemas e precisa de ajuda.
 Já a tirinha nos mostrou a importância que é dada a prova como único meio de avaliação. E também a dificuldade do aluno que não é trabalhada durante o ano letivo, elas só vão se acumulado.

Parte 2- Posteriormente nos foi solicitado que lêssemos o texto http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/spp/n59/n59a05 e fizéssemos um resumo do mesmo, relacionando com os dados da escola pesquisada na aula 7. Destacamos estes aspectos:

A teoria mercantilista ainda existente na escola na qual "quem reprova é o culpado, pois, não se esforçou", coloca os alunos desfavorecidos em desvantagem. Uma vez que exige de indivíduos de realidades sociais totalmente diferentes e normalmente desiguais os mesmos resultados daqueles que são favorecidos financeiramente e culturalmente. Sendo as diferenças culturais entre classes dominadas e dominantes um fator primordial na definição do fracasso ou sucesso escolar. Haja vista que a cultura que a escola valoriza é a da classe dominante.

Neste ínterim não há como não nos referirmos as políticas públicas compensatórias como as ações afirmativas, que apesar de resolverem a problemática do acesso ainda não foi capaz de resolver a dificuldade de permanência.

Portanto, percebe-se que, os alunos com famílias pouco escolarizadas sofrem com o insucesso escolar. E que embora tenha havido uma democratização de acesso as séries iniciais, ocorreu um deslocamento das desigualdades para os níveis superiores de ensino.

Um outro dado interessante que SEABRA(2009) coloca é quanto as diferenças territoriais dos estudantes, que se mostra maior a chance de que os alunos que residem longe dos centros urbanos ou nas periferias destes, tem menor desempenho do que os alunos residentes das zonas de maior desenvolvimento econômico e cultural.

Curioso e digno de extrema alegria é perceber na abordagem deste estudo que os alunos de minorias diferenciadas podem igualar seus resultados aos dos alunos autóctones e muitas vezes superá-los.

A família e a escola possuem funções sociais, educacionais e políticas na medida em que contribuem na formação da criança. As duas são responsáveis por emitirem e construírem o conhecimento cultural da criança, modificando assim as formas de funcionamento psicológico, de acordo com o ambiente. Ambas possuem características que são vistas como fundamentais para o processo evolutivo da criança.



terça-feira, 2 de dezembro de 2014

"A gente nunca sabe qual história está por trás de cada olhar"..Aula 8: Reprovação e Avaliação.

Esta aula foi realizada pelo Profº. Thiago, ele é aluno do mestrado do Prof. Ivan, acredito que nela fomos convidados a olhar o aluno de uma maneira mais compreensiva, a dar mais atenção aqueles que tem mas dificuldade e não deixá-lo no canto da sala excluído ou fingir que ele está entendendo e prosseguir dando a matéria.



Mestrando Prof. Thiago.


E também a partir do http://www.youtube.com/watch?v=YfHV_wYBca0 de Vitor Henrique Paro, refletir sobre as nossas práticas avaliativas. Que possamos avaliar o aluno por diversos meios e durante todo o tempo. 

E não aplicar uma prova dar uma nota x a achar que avaliamos alguém, pior que isso, achar que a culpa pela nota baixa foi somente do aluno . 

O que mais me chamou atenção no vídeo foi a parte que ele trata sobre a avaliação intersubjetiva que seria avaliar o aluno levando em consideração história pessoal dele. 
Devemos praticar mais o conceito de Martin Buber sobre intersubjetividade: a capacidade do homem de se relacionar com seu semelhante.





quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Aula 7: Mais sobre reprovação.....




Nesta aula nossa turma foi dividida em grupos, onde cada um teve que pesquisar as taxas de aprovação, reprovação e abandono de alguma escola do município de Duque de Caxias.
Abaixo segue nosso slide com as análises, sobre a Escola Municipal Albertino Lopes- que fica  localizada em Belford Roxo.

Todos esses dados estão disponíveis no link abaixo. E se faz de grande importância que todos os envolvidos com educação: professores, pais e alunos, procurem saber mais sobre a situação de sua escola. Para que seja feita uma avaliação de onde e como deve melhorá- la!!


http://www.qedu.org.br/cidade/2751-duque-de-caxias/taxas-rendimento

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Aula 6 em.....: O FANTASMA DA REPROVAÇÃO.......

O Brasil é o país que mais reprova no mundo e essas taxas vem aumentando a cada ano, o que é muito prejudicial para todos. Para os professores, por que ficam com uma maior quantidade de alunos em sala, para o governo, que terá mais gastos financeiros e, principalmente, para os alunos que com certeza são os mais afetados com isso, pois ficam desmotivados a estudar.


É importante refletirmos sobre o por quê disto? O que realmente levou a reprovação?

Que pode ocorrer por uma série de fatores, que não estão ligados somente ao aluno. Como: a maneira como o professor lecionou tal disciplina e o histórico social familiar por exemplo.

São fatores que também influenciam na reprovação do aluno. Não acredito que repetir todo um ano escolar seja o melhor método de corrigir os erros. É necessário que professores acompanhem o desenvolvimento  de seus alunos durante o ano letivo. E também que façam uma auto- avaliação, pois a dificuldade de aprendizagem do aluno pode estar na maneira como o professor leciona tal disciplina.



Saiba mais acessando estes links!! 


http://revistaescola.abril.com.br/formacao/repetencia-erro-se-repete-cada-ano-567983.shtml?page=1page=1http://revistaescola.abril.com.br/formacao/repetencia-erro-se-repete-cada-ano-567983.shtml

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Aula 5: Projeto Político Pedagógico.

O PPP é o ponto que organiza o trabalho pedagógico da escola. E deve ser vivenciado por TODOS os envolvidos nela. É importânte que o PPP:
-seja democrático;
- vise a formação de um cidadão critico;
- vise a igualdade de acesso e permanência do aluno na escola;
- ofereça uma educação de qualidade;
- tenha autonomia e liberdade;
- valorize o trabalho do professor;
- entre outras coisas.


Para saber leia este texto!: http://nead.uesc.br/arquivos/Biologia/modulo_7_bloco_4/TEXTO.3-VEIGA-ILMA-PASSOS-PPP-UMA-CONSTRUCAO-COLETIVA.pdf